Retinografia
em Juiz de Fora.
É a fotografia do fundo do olho. Registra a retina, o nervo óptico e os vasos numa imagem que fica guardada, para o médico comparar um exame com o seguinte. Não toca o olho e leva poucos minutos.
Para que serve a exame
A retinografia é a fotografia colorida do fundo do olho. Um aparelho com câmera registra a retina, o nervo óptico, a mácula e os vasos numa imagem de alta definição, que fica no seu prontuário.
A diferença para o mapeamento de retina é o registro: no mapeamento, o médico examina o fundo do olho ao vivo; na retinografia, a imagem fica guardada. É ela que permite comparar, meses ou anos depois, se uma lesão cresceu, se um vaso mudou ou se o nervo óptico está igual.

Para quem o médico indica
- Diabetes e hipertensão, para documentar os vasos da retina e acompanhar a evolução
- Glaucoma, para registrar o aspecto do nervo óptico e comparar ao longo do tempo
- Degeneração macular e outras doenças da mácula
- Registro de uma alteração encontrada no mapeamento de retina
- Antes e depois de tratamento de retina, para comparar o resultado
As doenças que a retinografia acompanha, e como cada uma é tratada na clínica, estão na página de retina e vítreo.
Dói? Dilata? Quanto dura?
- Sem contato. Você apoia o queixo no aparelho, fixa o olhar num ponto e a câmera faz uma ou mais fotos de cada olho, cada uma com um flash. Nada toca o olho.
- Costuma dilatar a pupila. Na maioria dos serviços a retinografia é feita com a pupila dilatada. Existem câmeras que fotografam sem dilatar, usadas sobretudo em rastreio. O médico decide no dia.
- Quanto tempo. A captura leva poucos minutos. Chegue com antecedência, porque a espera da dilatação faz parte do exame.
- Depois. O flash deixa um ponto luminoso na visão por alguns instantes. Com a pupila dilatada, a visão fica embaçada por algumas horas: por precaução, não planeje dirigir na volta.
O que o médico vê
A imagem fica no prontuário e sai no laudo com a descrição do que o médico viu. O valor da retinografia está em repetir: a próxima foto é colocada ao lado da anterior, e é essa comparação que mostra se uma alteração está parada ou avançando. Quando o médico precisa ver as camadas da retina por dentro, o exame seguinte costuma ser a OCT, também feita na clínica.
Coberto pela maioria dos convênios
Consultas e exames são cobertos pelos convênios atendidos. Informe o seu plano e o exame pedido ao agendar.
Feito e lido por especialista
O exame é feito por médico oftalmologista, e o laudo é lido pelo especialista da área. O Dr. Augusto Motta responde por essa área na Clínica Vision.
Perguntas frequentes
Retinografia e mapeamento de retina são a mesma coisa?
Não. O mapeamento é o exame em que o médico olha o fundo do olho ao vivo, com a pupila dilatada. A retinografia é a fotografia desse fundo de olho, que fica guardada para comparar. Muitas vezes os dois são pedidos juntos.
Preciso dilatar a pupila?
Na maioria das vezes sim. A retinografia costuma ser feita com a pupila dilatada, para a foto alcançar mais retina. Existem câmeras que fotografam sem dilatar, usadas sobretudo em rastreio. Por precaução, não planeje dirigir logo depois.
O exame dói?
Não. É uma fotografia. O flash incomoda por um instante, e nada toca o olho.
Para que serve no diabetes?
O diabetes atinge os vasos da retina, e a retinografia registra esses vasos com clareza. Comparando uma foto com a seguinte, o médico vê se apareceu alguma alteração e se ela está avançando, antes de qualquer sintoma. Pela Sociedade Brasileira de Diabetes, quem tem diabetes tipo 2 faz a avaliação já no diagnóstico e repete todo ano; no tipo 1, a partir de cinco anos de doença. As doenças da retina no diabetes estão na página de retina e vítreo.
Quem faz a retinografia na Clínica Vision?
O exame é feito por médico oftalmologista. O especialista em retina da clínica é o Dr. Augusto Motta, com formação em Retina e Vítreo pela USP.
Agende sua retinografia
Feito na própria clínica, no Centro de Juiz de Fora. Informe o convênio ao agendar, ou peça o valor particular.





